Acrescente, não basta existir!!!
   A real situação!

O filme “Quanto vale ou é por Quilo” correlaciona o modelo sócio-econômico do século XVIII, com o antigo modelo do comércio de escravos no Brasil, assim Sérgio Bianchi não só compara o tratamento atual  do “social” de nosso país, como todas as ações, as tentativa de cobrir as falhas do Estado com projetos através de ONGs, agora chamada de terceiro setor.

A escravidão explicita, o comércio de escravos, como se não fossem humanos, sendo vendidos no varejo e no atacado, o papel do senhor de engenho como explorador, do capitão do mato como, muitas vezes, desumano. O filme traz a tona a escravidão “implícita”dos nossos dias, pois o “negro” antes escravo foi libertado sem nenhum aparato e hoje ajuda a formar a massa dos pobres, para não dizer miseráveis de nosso país, dando um aumento exponencial a exclusão social.

Com o aumento de pessoas necessitadas, formou-se um novo mercado, onde a miséria dos outros serve como combustível. As ONGs são componentes deste novo mercado, transformando os pobres que assolam o país em “feiras de negócios”, que por sua vez, tem como objetivo o lucro, e usa a solidariedade fachada, não se importando a quem se prejudique. Desmascarando o desvio de identidade, a perda do humanismo e de valores pela mais valia. E isso fica claro no momento que Arminda, que trabalhava em uma escola, descobre que o projeto que era para beneficiar a escola com computadores, foi trapaceado, pois os PCs foram super faturados, e para escola foram mandados computadores velhos.

O preconceito aparece também quando estão escolhendo as meninos negros para um filme. E um dos rapazes que estava escolhendo os meninos, olhou para um e disse “esse de tão negro tem até pedigree”.

Assim, Sérgio Bianchi traz uma forte critica a estrutura das instituições de nosso país, a solidariedade de fachada, a super faturação de “produtos” de caridade, a perda de valores, o desvio de caráter



Escrito por Franci às 11h46
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   Vida!!!

 Você já ouviu alguém dizer “Porque festa nesta data se ela acontece todo ano”. E ao mesmo tempo a pessoa que está comemorando, replica que “É só uma vez na vida...”

Bem, espero, que vocês entendam que as datas a que me refiro são aquelas, que para nós são consideradas especiais, como por exemplo: os aniversários. Nós aguardamos por ele o ano inteiro, pois para nós é o no nosso dia, começa um ano novo, e esse é só nosso, e, não um ano novo comunitário, de todos, como é dia 01/01_ _ _ _(de qualquer ano).  Então deixemos para lá essas pessoas que tem medo de ficar velhas, “o que a meu ver significa que elas estão é com medo, e se hoje... já são assim meio rabugentas, imagina só quando elas estiverem realmente velhas... Cada idade tem sua beleza, aproveite a beleza da sua. Pois não a viverá novamente, as aventuras, os aprendizados, o conhecimento, o amor, as amizades, a alegria,  a experiência são o que fica, e isso ninguém lhe tira, pois é somente seu, assim, como é só seu o sentimento que fica por traz de cada acontecimento da sua vida.



Escrito por Franci às 18h12
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